
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
A decisão do ministro atendeu ação movida pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos.
Porém, pelo menos um prefeito do país, garantiu que não cumpriria a decisão. Alexandre Kalil, de Belo Horizonte.
Ousado e abusado, o prefeito declarou publicamente:
“O que vale é o decreto do Prefeito. Estão proibidos os cultos e missas presenciais”.
Kalil também terá de esclarecer “as providências tomadas, sob pena de responsabilização, inclusive no âmbito criminal, nos termos da lei”.
No entendimento de Nunes Marques, é grave uma “declaração pública de uma autoridade de que não pretende cumprir uma decisão” do Supremo.
Resta saber agora até onde vai a valentia do prefeito.
A “ordem” de Kassio:

Fonte: Jornal da Cidade Online



