
Embora oficialmente a campanha eleitoral só comece no dia 16 de agosto, os pré-candidatos ao governo do Maranhão já se movimentam para tentar conquistar os eleitores. Lahésio Bonfim (PSC), Edivaldo Holanda Junior (PSD) têm adotado estratégias diferentes neste momento, embora utilizem viagens ao interior e as redes sociais como as principais ferramentas.
Nesse período algumas comparações são feitas sobre os caminhos traçados por eles até agora. Holandinha, por exemplo, foi um desastre como gestor municipal.
Além de greves, desvalorização dos funcionários públicos, deixar a cidade um verdadeiro queijo suíço (só de buracos), Holandinha ainda acabou sendo investigado por desvios de recursos da Covid-19.
Já Bonfim ficou conhecido pela boa gestão durante a pandemia adquirindo insumos de forma racional e se destacou pelo posicionamento firme em relação aos riscos de entubação em UTI, além de ter sido o único prefeito a eleger todos os vereadores da cidade – ele ainda foi reeleito com mais de 90% dos votos.
E quando o assunto é a disputa pelo senado federal a história é outra. De um lado, Roberto Rocha (PTB) senador eleito em 2014 e que integra diversas comissões trazendo beneficios para o Maranhão.
Do outro, o ex-governador Flávio Dino que é reconhecido por desperdício de recursos públicos durante a pandemia (compra de respiradores que nunca foram entregues), negligente com a economia local ao adotar medidas extremas sem dar o suporte aos empresários e trabalhadores.
No fim, as escolhas estão na mesa para que a população possa decidir pelo que é melhor para o Maranhão: um governo capaz ou um governo do faz de conta.



